Artor desiste de seus trabalhos, dorme em serviço, Nightmare percebe que ele não renderá mais nada.
Dorme em meios aos textos, teclados, mouses, tera-bytes e informações.
Artor acorda, come e descansa do descanso, era muito trabalho.
-Olá Nightmare!
-Olá Artor, está acordado agora não é, desistiu do trabalho?
-Quanto ao trabalho deixo pra depois. Mas o resto, desisto. Desisto de tudo, não tenho nada a ganhar com o que tenho. Quem sabe se eu não tiver nada comesse a ter algo a ganhar.
-Pois por enquanto que ainda resta forças vá trabalhar, para morrer um dia como um quase digno.
É, a realidade em Anacrobit é cruel. Parece muito com seu mundo.
Existe em alguma realidade mutavel em algum lugar. Alguma pessoa acorda todo dia em uma realidade diferente, já tendo toda uma vida nessa realidade. E como toda realidade, existe a existência, e questões existenciais. Aqui relatos deste alguem...
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quarta-feira, 9 de março de 2011
Anacrobit
Cansaço, expectãção, esperança, curiosidade.
Esses sentimentos tomaram conta de Artor enquanto ele estava a trabalhar em Anacrobit.
Estava quente, os coolers trabalhavam fortemente para levar o ar quente para fora do escritório, mas Artor tem que trabalhar praticamente em cima de um processador.
-Não estou necessáriamente triste Nightmare. Só não sei a resposta.
-Deixe de pensar nessas coisas e trabalhe Artor, você tem muito a fazer ainda.
-É eu tenho... e nem vou falar da curiosidade, do carinho...
-É acho que vou voltar ao trabalho, afinal, não mereço mais nada...
Esses sentimentos tomaram conta de Artor enquanto ele estava a trabalhar em Anacrobit.
Estava quente, os coolers trabalhavam fortemente para levar o ar quente para fora do escritório, mas Artor tem que trabalhar praticamente em cima de um processador.
-Não estou necessáriamente triste Nightmare. Só não sei a resposta.
-Deixe de pensar nessas coisas e trabalhe Artor, você tem muito a fazer ainda.
-É eu tenho... e nem vou falar da curiosidade, do carinho...
-É acho que vou voltar ao trabalho, afinal, não mereço mais nada...
terça-feira, 8 de março de 2011
Realidade: Tribo dos sapiens-cariris
Hoje pareceu ser um dia difícil para o grande Artor. Sua tribo fez com que acordasse cedo para copiar grandes papiros da sua cultura indígena. Não que todos soubessem dos conhecimentos desses papiros, o que seria muito bom. Artor era quase como um grande estudante da tribo indígena, era assim que era visto, embora não dessem muito valor aqueles que pensam os papiros. É, essa é uma cultura indígena degenerada.
Não fez seu trabalho com os papiros. Querem demais do Artor, aparentam nem se importar com a sua falta de competência para fazer qualquer coisa. Ainda sim é um dos melhores. Essa tribo está perdida!
Parece simples afirmar o que ocorreu a tarde. Burocracia indígena. O que faremos por isso? Quanto é o limite dos peixes? Até onde vai o rio? (...) Não que isso fosse importante, mas Artor talvez desejasse algo mais.
E de que adiantou até essa parte do dia? Nada aprendeu... mas talvez tivesse ele aprendido até demais depois...
É... aparentemente este seria um dia normal... um dia qualquer...
Porém, depois da conversa a margem do mais belo lago. Sobram apenas Artor, a India e o Sonhador. Começam a conversar sobre suas vidas. Simples, tristeza. O Sonhador estava triste pois não tinha o relacionamento que queria. Talvez nunca tivesse chegado a ter. Artor talvez tivesse começado, talvez não que quem gostasse... A India certamente teve, e chegou ao fim.
Artor observou. Afirmou:
As coisas deveriam terminar quando se chegasse ao fim.
Não é assim, os indios prolongam depois do fim e parece ser ruim isso, só destrói ambos. Na volta reparou que não gosta da cultura indígena. As mulheres nesta época ficam mais perfumadas mas seu perfume tem um odor menos profundo do que o da bebida.
Não fez seu trabalho com os papiros. Querem demais do Artor, aparentam nem se importar com a sua falta de competência para fazer qualquer coisa. Ainda sim é um dos melhores. Essa tribo está perdida!
Parece simples afirmar o que ocorreu a tarde. Burocracia indígena. O que faremos por isso? Quanto é o limite dos peixes? Até onde vai o rio? (...) Não que isso fosse importante, mas Artor talvez desejasse algo mais.
E de que adiantou até essa parte do dia? Nada aprendeu... mas talvez tivesse ele aprendido até demais depois...
É... aparentemente este seria um dia normal... um dia qualquer...
Porém, depois da conversa a margem do mais belo lago. Sobram apenas Artor, a India e o Sonhador. Começam a conversar sobre suas vidas. Simples, tristeza. O Sonhador estava triste pois não tinha o relacionamento que queria. Talvez nunca tivesse chegado a ter. Artor talvez tivesse começado, talvez não que quem gostasse... A India certamente teve, e chegou ao fim.
Artor observou. Afirmou:
As coisas deveriam terminar quando se chegasse ao fim.
Não é assim, os indios prolongam depois do fim e parece ser ruim isso, só destrói ambos. Na volta reparou que não gosta da cultura indígena. As mulheres nesta época ficam mais perfumadas mas seu perfume tem um odor menos profundo do que o da bebida.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Realidade: Planeta Anacrobit... um chip mundial...
Anacrobit é muito conturbada... mas nunha dessas madrugadas após as sus 17h de trabalho intelectual, Artor está a conversar com Nightingale.
conversa vai... conversa vem...
em meio aos chips, terabits enviados, pulsos eletromagnéticos... Artor se pergunta o que é realmente importante na vida, e se a verdade deve ser dita a todo preço. E qual o preço que ele pagaria. Pensava em sociedade, teorias politicas...
conversa vai... conversa vem...
Nightingale diz:
O Artor, você me cativa sim.
As placas de rede travaram... chips, memória ram, procesador. Ficaram um segundo estagnados, e quando voltaram, voltaram atordoados.
O erro foi dado na central de processamento de dados. Diagnótico indeterminado. Passível entre duas possibilidades. Surpresa por utilização de termo subjetivo. Ou, Conceito vazio.
Artor, ao saber disso lembrou de fatos, conversas que acontecem a todo momento entre os cidadãos de Anacrobit. Imaginou qual conceito cativar seria o mais apropriado para a sentença que causou bug no sistema. Não encontrou, ou talvez tenha gostado tanto do conceito que achou muita utopia. Ou, tem relações temorísticas quanto ao termo em questão.
Os dicionarios definem...
Dicionario 1:
cativar - Conjugar
v. tr.
1. Tornar cativo, reduzir a cativeiro.
2. Subjugar.
3. Seduzir.
4. Encantar.
5. Hipotecar.
v. pron.
6. Ficar cativo.
Dicionario 2:
cativar
ca.ti.var
(lat captivare) vtd e vpr 1 Tornar(-se) cativo; prender(-se). vtd 2 Granjear a estima ou simpatia de. vtd 3 Atrair; encantar, seduzir. vtd 4 Tornar muito agradecido. vpr 5 Enamorar-se: Cativou-se da prima. vtd 6 Onerar, gravar bens ou rendas com dívidas ou encargos; hipotecar. Antôn, acepção 1: libertar.
Dicionário 3:
cativar
v.t. Tornar cativo; prender, acorrentar.
Ganhar a simpatia, atrair, seduzir.
V.pr. Tornar-se cativo, perder a liberdade; enamorar-s
Dicionário 4:
cativar
v.t. Tornar cativo; prender, acorrentar. / Ganhar a simpatia, atrair, seduzir. / &151; V.pr. Tornar-se cativo, perder a liberdade; enamorar-se.
Os conceitos/ continuaram repetindo-se. Ficou Artor desgosto ao lembrar que o conceito do dicionário não é absoluto.
Perguntou-se então qual seria o conceito que Nightingale utilizou... e perguntou-se se ela também sabe que ela o cativa. Em que conceito, quem seria tão ousado a dizer?
conversa vai... conversa vem...
em meio aos chips, terabits enviados, pulsos eletromagnéticos... Artor se pergunta o que é realmente importante na vida, e se a verdade deve ser dita a todo preço. E qual o preço que ele pagaria. Pensava em sociedade, teorias politicas...
conversa vai... conversa vem...
Nightingale diz:
O Artor, você me cativa sim.
As placas de rede travaram... chips, memória ram, procesador. Ficaram um segundo estagnados, e quando voltaram, voltaram atordoados.
O erro foi dado na central de processamento de dados. Diagnótico indeterminado. Passível entre duas possibilidades. Surpresa por utilização de termo subjetivo. Ou, Conceito vazio.
Artor, ao saber disso lembrou de fatos, conversas que acontecem a todo momento entre os cidadãos de Anacrobit. Imaginou qual conceito cativar seria o mais apropriado para a sentença que causou bug no sistema. Não encontrou, ou talvez tenha gostado tanto do conceito que achou muita utopia. Ou, tem relações temorísticas quanto ao termo em questão.
Os dicionarios definem...
Dicionario 1:
cativar - Conjugar
v. tr.
1. Tornar cativo, reduzir a cativeiro.
2. Subjugar.
3. Seduzir.
4. Encantar.
5. Hipotecar.
v. pron.
6. Ficar cativo.
Dicionario 2:
cativar
ca.ti.var
(lat captivare) vtd e vpr 1 Tornar(-se) cativo; prender(-se). vtd 2 Granjear a estima ou simpatia de. vtd 3 Atrair; encantar, seduzir. vtd 4 Tornar muito agradecido. vpr 5 Enamorar-se: Cativou-se da prima. vtd 6 Onerar, gravar bens ou rendas com dívidas ou encargos; hipotecar. Antôn, acepção 1: libertar.
Dicionário 3:
cativar
v.t. Tornar cativo; prender, acorrentar.
Ganhar a simpatia, atrair, seduzir.
V.pr. Tornar-se cativo, perder a liberdade; enamorar-s
Dicionário 4:
cativar
v.t. Tornar cativo; prender, acorrentar. / Ganhar a simpatia, atrair, seduzir. / &151; V.pr. Tornar-se cativo, perder a liberdade; enamorar-se.
Os conceitos/ continuaram repetindo-se. Ficou Artor desgosto ao lembrar que o conceito do dicionário não é absoluto.
Perguntou-se então qual seria o conceito que Nightingale utilizou... e perguntou-se se ela também sabe que ela o cativa. Em que conceito, quem seria tão ousado a dizer?
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